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domingo, 27 de novembro de 2011

PEDÁÇOS DE MIM.

O trem tão devagar:
Está levando meu bem!


Aqui fiquei tão só...
Como que por desencanto;
A olhar sua partida!

E se nunca mais você voltar...
E eu ficar aqui sozinho para sempre!

E se meu amor por ti,
Nunca acabar!

E se eu não resistir de tanta saudade...
Voce se importa se eu chorar?

Será que depois de tudo...
Viver ainda me resta!

Ou será que devo arrancá-la de dentro de minha alma!
Espulsando-a para sempre de dentro de mim!

Ou fico aqui plantado,
Sozinho à esperar,
Voce voltar e recolher,
Apenas pedáços de mim?

Mesmo que depois de mil anos,                          
Minha alma ainda estará aqui...                                
                   Te amando!        
               
                                  A te esperar!


                                              Gildo Nascimento

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